
Agora que a poeira baixou e a emoção já foi substituída pela razão, podemos entrar em campo para comentar sobre a convocação brasileira para a Copa do Mundo.
Muito se falou em coerência do técnico brasileiro. Nesse ponto não temos que divergir e discordar. Dunga seguiu e cumpriu à risca junto a esse grupo de atletas a proposta inicial de quando assumiu o comando. Ou seja, lealdade, comprometimento, renovação...
Agora. Se mesmo seguindo esse roteiro e não contrariando sua filosofia de trabalho adotada, ele acertou ou errou isso é outra história. O fato é que ele confia nesses atletas. E jogando bonito ou não, nem tem motivo para desconfiar também, pois nesses três anos e meio os números foram positivos e os resultados estão aí para quem quiser olhar.
Eu, você ou fulano de tal podemos fazer também nossas escolhas na convocação e sem dúvida nenhuma seremos questionados sobre alguns nomes que deveriam ser chamados. Isso faz parte e é normal, ainda mais num país com mais de 190 milhões de treinadores. Ainda bem que seja assim, afinal, toda unanimidade é burra.
Mas em vez de focar no que o Dunga “errou”, prefiro comentar onde acertou. Deixar o atacante Adriano de fora. Aliás, o flamenguista que se excluiu da lista com suas atitudes. Mais uma vez Dunga apenas seguiu as “cláusulas” de sua cartilha.
Mas concordando ou não, o que importa é que é com essa seleção que nós vamos para a Copa. Hora de deixar paixão e rivalidade dos clubes de lado e torcer a favor do Brasil, único pentacampeão mundial.
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