sábado, 30 de janeiro de 2010

A mão do treinador


Campeonato Brasileiro de 2008 em andamento. Um jovem jogador do Vitória se destacava e despertava olhares mais atentos para suas atuações: o meia Marquinhos, hoje, bem dizer, jogado para escanteio no Palmeiras.

Início de 2009. Esperança de um ano melhor para o Santos e um certo baixinho chegou sob olhares de desconfiança da torcida. No entanto, Madson foi o principal destaque (o Paulistão desse ano foi seu melhor momento na carreira), superando atletas que chegaram com status de estrelas como Lúcio Flávio.

2010 começa. O reformulado Vasco e de moral alta, após o belo retorno à elite do futebol brasileiro, faz bonito no Campeonato Carioca. Entre as estrelas Carlos Alberto e Dodô, um jovem começa a justificar a expectativa que gira em torno do seu futebol: Philippe Coutinho.

Mas afinal, devem estar se perguntando o por que da citação desses três casos. Sabem o que eles têm em comum? Em seus melhores momentos foram dirigidos pelo mesmo técnico: Vágner Mancini.

Além de já ter mostrado ser um bom treinador (agora resta ratificar a competência com títulos) da “nova safra”, Mancini também revela esse outro lado, o de saber trabalhar com jovens e explorar o de melhor deles.

Claro que voltaremos a antiga discussão. Afinal, treinador ganha título ou não. Acredito que depende muito de caso para caso, ou melhor, de time para time. Mas que um bom treinador ajuda e muito é inegável.

Imagem: O Povo

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