Ódio ou amor.Esse é o sentimento que desperta na torcida.
Seja ela do seu time ou do adversário.
Às vezes o ódio vem da própria torcida.
Ou seja, com ele não tem meio termo: oito ou oitenta.
Seja para fazer o gol mais improvável ou perder o mais fácil.
Marca três gols em uma única partida e classificar a equipe.
Como passar em branco quando o time necessita de gols.
Para dar de bico, quando era para ser de chapa; ou de chapa quando era para dar de bico.
Mas com esse seu jeito oito oitenta de ser, tem deixado muitas marcas por onde passa.
Marca de gols e marca na memória de goleiros e zagas adversárias.
Porque não, até medo, que se transforma em respeito.
Ainda mais em sua posição. Isso é uma 'obrigação'.
Se não causar medo e respeito no adversário, principalmente ao setor defensivo.
Pronto, meio caminho andado para ser apenas mais um.
Coisa que ele não é...
Esse é Kléber Pereira.
Amado e odiado.
Mas que a lógica dos números comprovam que esse jeito oito oitenta tanto faz.
Aliás, faz sim, muitos gols.
Faz dele o principal artilheiro do Peixe em campeonatos brasileiros.
No momento 'empatado' com o ídolo santista Robinho: 47 gols para cada.
Detalhe. O Rei das Pedaladas assinalou esses tentos em 111 jogos.
Enquanto o artilheiro do amor e ódio fez em 83 partidas.
Maneiras e estilos diferentes.
Não se trata de uma comparação. Apenas uma constatação.
E assim Kléber Pereira segue sua sina: a de contrariar os críticos.
Foto: IG
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